Manu Ribeiro - Diário de Um Milagreiro - UCEM
Aqui eu relato minhas experiências, em forma de diário, obtidas e desenvolvidas durante o curso chamado Um Curso em Milagres.
sábado, 23 de junho de 2012
Dia 3
Hoje o exercício foi mais tranquilo, visto o dia anterior. Não compreender e igualar todas as formas é muito fácil pra quem já desenha e praticou os exercícios do livro Desenhando com o Lado Direito do Cérebro. Ele ensina exatamente isso. Fiz 3 vezes, a mais desafiadora foi quando estava reunido com meus amigos, pois haviam pessoas envolvidas, e como elas se moviam, dificultava a minha exclusão da imersão da realidade, mas consegui, no entanto sinto que tanto esse quando os outros exercícios precisam ser refeitos, farei isso no final do 7 exercício.
Dia 2
Não estou muito bem hoje. Meus sentimentos estão fortes e por mais que eu tente minha mente não relaxa ara eu poder aplicar o exercício. Já tentei quando acordei, mas não consegui. Só fui conseguir novamente às 17hrs, e então na madrugada. Preciso controlar meus sentimentos e essa tristeza que está na minha alma ou não conseguirei seguir em frente.
quinta-feira, 21 de junho de 2012
Dia 1
O primeiro exercício era para mim, literalmente fácil, pois eu deveria me ausentar das emoções que me prendiam olhar ao meu redor e firmar para determinadas coisas em que meus olhos pousassem e dizer que aquilo não significava nada para mim. Easy! Já fazia isso há mais tempo, ontem apenas tive a consciência sobre essa pratica. Algumas coisas levaram um pouco mais de tempo, outras, mais rápido, mas foi proveitoso. Depois dos exercícios eu me peguei aplicando-o a objetos que me prendiam mais atenção, computador, café, essas coisas e de certa forma, dizer a eles que não significavam nada para mim, me livrou de seus grilhões.
Não estou vendo tanta dificuldade para aplicar essa pratica às pessoas e objetos do ambiente. Acho que terei mais desafios com relação aos sentimento, pois ontem senti uma profunda tristeza na minha lama, tenho que tratar isso, se pretendo ser feliz, mas como o Roberto diz, o melhor é não dar tanta atenção. pode até ser, mas é mais uma coisa que tenho que aprender.
Não estou vendo tanta dificuldade para aplicar essa pratica às pessoas e objetos do ambiente. Acho que terei mais desafios com relação aos sentimento, pois ontem senti uma profunda tristeza na minha lama, tenho que tratar isso, se pretendo ser feliz, mas como o Roberto diz, o melhor é não dar tanta atenção. pode até ser, mas é mais uma coisa que tenho que aprender.
quarta-feira, 20 de junho de 2012
Começando pelo começo
O título pode soar estranho à primeira vista, mas até que tem muito a ver. É complicado começar algo que sempre estamos fazendo ao longo da vida. No entanto, sempre buscando e fazendo às escuras, dentro do ego, aplicando os conhecimentos simples da vida no cotidiano de forma errônea. No entanto, já fazendo.
Quando o curso UCEM me foi apresentado, não fiquei surpreso, pois ele era a confirmação de um caminho que eu decidi seguir desde 2007. Que é a busca da minha consciência. De lá pra cá, muita coisa aconteceu, e hoje, já no curso, muitas coisas mais estão acontecendo. Ainda tenho dificuldade pra me desvencilhar de alguns sentimentos, ainda vivo com um ego latejando no meu amago, porém não de forma constante como antes. Hoje cada dor que sinto, paro e tento compreendê-la. Principalmente o amor, que por toda minha vida me feriu e hoje é a única verdade. Ou tem que ser, mas confesso que algumas vezes me pego ferindo meu peito com uma tristeza passada. Isso eu tenho que corrigir.
Quero falar só mais um pouco sobre a autoaceitação. Durante o curso, a prática do desapego e do perdão é constante e fundamental. Retiramos o controle das coisas sobre nós, e damos à elas o real valor e o real amor. Percebemos que não temos nada, porém temos o todo. Não ter nada, pois nada está além de nós mesmos, e tudo o que nos rodeia é nosso e de nosso mundo. Porém quando não nos amamos, realmente a afirmação é verdadeira. Nós não temos nada além de nós mesmos, quando não nos amamos, temos menos ainda. Se autoaceitar é um caminho constante, pelo que percebi, deste curso. Não adianta acreditar em milagres, se não acredita em si próprio. Afirmações do tipo: não consigo, é difícil, vai demorar, entre outras. São limitativas, e antes de começar os exercícios e a refletir sobre o assunto do milagre, é bom começar a parar de estipular "metas" e "prazos" para si mesmo. O livro diz "não existe o tempo", logo a afirmação "vai demorar" cai por terra. Outra afirmação do curso é que somos todos iguais. E somos mesmo! Logo, se um consegue, qualquer outro também consegue! O que derruba as afirmações "é difícil" e "não consigo". Apenas esqueça de quem vc é, ou quem vc acha que é, ou quem vc construiu ao longo da sua vida, e deixe o pensamento fluir. Não adianta buscar luz na reflexão atrelado ao eu terrestre.
Enquanto escrevi isso, senti que em meu peito há uma tristeza profunda, latente, algo que permaneceu mesmo depois de eu ter, virtualmente, me desconectado dos sentimentos. Senti uma tristeza, ou solidão, profunda vindo da minha alma. Esse á é mais um mistério a desvendar...
Quando o curso UCEM me foi apresentado, não fiquei surpreso, pois ele era a confirmação de um caminho que eu decidi seguir desde 2007. Que é a busca da minha consciência. De lá pra cá, muita coisa aconteceu, e hoje, já no curso, muitas coisas mais estão acontecendo. Ainda tenho dificuldade pra me desvencilhar de alguns sentimentos, ainda vivo com um ego latejando no meu amago, porém não de forma constante como antes. Hoje cada dor que sinto, paro e tento compreendê-la. Principalmente o amor, que por toda minha vida me feriu e hoje é a única verdade. Ou tem que ser, mas confesso que algumas vezes me pego ferindo meu peito com uma tristeza passada. Isso eu tenho que corrigir.
Quero falar só mais um pouco sobre a autoaceitação. Durante o curso, a prática do desapego e do perdão é constante e fundamental. Retiramos o controle das coisas sobre nós, e damos à elas o real valor e o real amor. Percebemos que não temos nada, porém temos o todo. Não ter nada, pois nada está além de nós mesmos, e tudo o que nos rodeia é nosso e de nosso mundo. Porém quando não nos amamos, realmente a afirmação é verdadeira. Nós não temos nada além de nós mesmos, quando não nos amamos, temos menos ainda. Se autoaceitar é um caminho constante, pelo que percebi, deste curso. Não adianta acreditar em milagres, se não acredita em si próprio. Afirmações do tipo: não consigo, é difícil, vai demorar, entre outras. São limitativas, e antes de começar os exercícios e a refletir sobre o assunto do milagre, é bom começar a parar de estipular "metas" e "prazos" para si mesmo. O livro diz "não existe o tempo", logo a afirmação "vai demorar" cai por terra. Outra afirmação do curso é que somos todos iguais. E somos mesmo! Logo, se um consegue, qualquer outro também consegue! O que derruba as afirmações "é difícil" e "não consigo". Apenas esqueça de quem vc é, ou quem vc acha que é, ou quem vc construiu ao longo da sua vida, e deixe o pensamento fluir. Não adianta buscar luz na reflexão atrelado ao eu terrestre.
Enquanto escrevi isso, senti que em meu peito há uma tristeza profunda, latente, algo que permaneceu mesmo depois de eu ter, virtualmente, me desconectado dos sentimentos. Senti uma tristeza, ou solidão, profunda vindo da minha alma. Esse á é mais um mistério a desvendar...
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